Blog

Gross Up: alívio tributário para empresas?

Impostos são como apêndices: você não sabe muito bem como funcionam e, normalmente, só se fazem notar quando há algum problema. Dessa forma, é natural que empresários busquem maneiras de aliviar a carga tributária e, ao mesmo tempo, garantir a conformidade legal. O Gross Up pode ser uma estratégia interessante para alcançar os dois objetivos.

Ao calcular e incorporar a carga tributária ao preço de venda de uma mercadoria, o empreendedor está buscando a preservação de sua margem de lucro e de sua competitividade. Mas é importante entender melhor a dinâmica do mecanismo para descobrir se ele é vantajoso para a sua realidade.

Como o Gross Up funciona

Em uma tradução livre, Gross Up significa “embutir os impostos”. Em outras palavras, é adicionar uma alíquota com o objetivo de conseguir clareza sobre os rendimentos de produtos.

Só para exemplificar, imagine que sua empresa venda um produto e deseje obter R$ 200 sobre cada unidade. Porém, há um total em impostos de 25% sobre cada venda. Assim sendo, você só recebe 75% do valor de venda. Esses 75% devem, portanto, conter os R$ 200 que você espera ganhar.

Com uma regra de 3 simples, onde 75% equivale a R$ 200, você chegará a R$ 266,67 como o valor cheio. Na prática, você está repassando os impostos para o consumidor final, garantindo sua margem de lucro operacional.

É importante destacar que o empresário não pode simplesmente subir o valor de suas mercadorias e dar o trabalho por feito. O Gross Up exige um planejamento e uma série de ações. São elas:

  • Análise legislativa e técnica. Há leis em vigor que servem como guias e também oferecem eventuais oportunidades de otimização fiscal. Por exemplo, a Lei Complementar nº 87/1996 e a Lei nº 12.973/2014.
  • Elaboração do plano de ação. Desenho das melhores estratégias para aplicar os cálculos com precisão, em alinhamento às práticas de formação de preço definidas pela legislação e pelas diretrizes do Supremo Tribunal Federal (STF).
  • Implementação e monitoramento. Sem dúvida, uma das etapas mais importantes. Para colocar em prática os cálculos do Gross Up, é necessário ter como focos a economia tributária e a competitividade de mercado. Além disso, é necessário acompanhar os ajustes para alinhas estratégias e garantir não só a conformidade fiscal, mas a maximização das margens de lucro de forma contínua.
  • Relatórios de resultados e análises de impacto. Por fim, é preciso entender como a estratégia performou na prática. Identificando a economia tributária exata e quais os efeitos dos esforços, descobre-se a eficiência e a viabilidade do Gross Up.

Alcance a eficiência tributária máxima

Há um cenário de oportunidades para maximizar a economia tributária, reduzindo a carga e formando preços mais competitivos e estratégicos. A reforma tributária, bem como as novidades a respeito das restituições de tributos pagos indevidamente, exigem um olhar detido e especializado.

Clique aqui e entre em contato com nosso time para saber mais sobre suporte jurídico completo e personalizado para seu negócio!

Compartilhe:

RnR News

RnR Advogados - OAB/SP 46.492 © Todos os direitos reservados

Desenvolvido por UM Agência

Fale conosco
via WhatsApp

Receba nossa
Newsletter

Origem da Receita: Federal

  • IPI
  • Janeiro (25): R$ 5,102 bi
  • Fevereiro (25): R$ 5,250 bi
  • Variação: +2,90%
  • IRPJ
  • Janeiro (25): R$ 6,712 bi
  • Fevereiro (25): R$ 6,850 bi
  • Variação: +2,06%
  • IRPF
  • Janeiro (25): R$ 17,012 bi
  • Fevereiro (25): R$ 17,250 bi
  • Variação: +1,40%
  • PIS/PASEP
  • Janeiro (25): R$ 8,024 bi
  • Fevereiro (25): R$ 8,150 bi
  • Variação: +1,57%
  • COFINS
  • Janeiro (25): R$ 28,756 bi
  • Fevereiro (25): R$ 29,150 bi
  • Variação: +1,37%
  • CSLL
  • Janeiro (25): R$ 9,410 bi
  • Fevereiro (25): R$ 9,550 bi
  • Variação: +1,49%

Origem da Receita: Estadual (SP)

  • ICMS
  • Janeiro (25): R$ 17,203 bi
  • Fevereiro (25): R$ 17,400 bi
  • Variação: +1,14%
  • IPVA
  • Janeiro (25): R$ 1,102 bi
  • Fevereiro (25): R$ 1,250 bi
  • Variação: +13,43%
  • ITCMD
  • Janeiro (25): R$ 289,1 mi
  • Fevereiro (25): R$ 300 mi
  • Variação: +3,78%

Previdenciária

  • Janeiro (25): R$ 52,002 bi
  • Fevereiro (25): R$ 52,500 bi
  • Variação: +0,96%